Estudos do Jornal Lancet dizem que não vale a pena estigmatizar não vacinados e que os programas de vacinação não controlam a disseminação do vírus.

O Jornal Lancet de Medicina publicou dois estudos recentemente que deixam claro que o passaporte sanitário não se justifica.

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Um estudo revelou que os programas de vacinação completa não estão controlando a disseminação do vírus. Os dados sugerem que altas taxas de vacinação não estão funcionando tão bem como muitos governos esperavam para controlar a disseminação.

  • A segunda onda na Inglaterra atingiu mais os lares completamente vacinados (25%) que os não vacinados (23%)
  • Infecções em pessoas acima de 60 anos na Alemanha subiram de 16.9% em julho para 58,9% em Outubro
  • 89% das infecções entre as semanas 39 e 42 (2021) na Inglaterra para o grupo acima de 60 anos estão entre as pessoas vacinadas e apenas 3.4% entre os não vacinados
  • A carga viral não diferiu entre os grupos vacinados e não vacinados
  • O DCC americano ressalta que 4 das 5 nações com maior transmissão tem mais de 84% dos elegíveis completamente vacinados.

Outro estudo do Lancet afirma que não é justificado estigmatizar os não vacinados. Temos cada vez mais evidencias mostrando que indivíduos vacinados continuam tendo um papel significativo nas transmissões. Em Massachusetts, durante vários eventos em julho, 74% dos casos estavam entre vacinados ou parcialmente vacinados e 79% desses casos foram sintomáticos.

O passaporte sanitário não se justifica, tem sido usado para dividir a população e dar ainda mais poder para governos centralizadores e corporações.

Como disse em um artigo recente: sua liberdade não vai até onde a do outro termina. Nossas liberdades alcançam e só podem ser mantidas até onde vai a das pessoas mais oprimidas.

As farmacêuticas investem 263 milhões de dólares por ano corrompendo parlamentares para votar para elas e lucram 450 BILHÕES por ano. Um retorno de 1.700 vezes o investimento só nos EUA.

O modus operandi é o mesmo das corporações do açúcar, tabaco, ultraprocessados, transgenia e agrotóxicos. São bilhões investidos todos os anos para manipular, esconder as pesquisas que demonstram os malefícios e criar uma narrativa “pró-ciência” vs negacionistas, quando na verdade é a ciência deles que nega o bem estar das pessoas e natureza.

Se fosse sobre saúde pública estaríamos implementando sistemas alimentares baseados na agroecologia e soberania alimentar para reverter as comorbidades causadas pela alimentação industrializada responsável por em torno de 80% dos casos graves e mortes. Estaríamos lutando para garantir que os medicamento fossem produzidos em nosso país pela saúde pública.

O passaporte sanitário é um mecanismo de controle dos Estados pelas corporações e das populações pelo estado para favorecer o capital!