A importância de integrar Planejamento e Gestão Econômica ao Desenho Ecológico, com Sérgio Pamplona

Sérgio Pamplona é arquiteto, urbanista e dos permacultores mais competentes do Brasil. Em 1997 ele começou a desenvolver seu sítio, o Nós na Teia, a se dedicar à bioarquitetura e a integrar em suas dimensões pessoais e profissionais as práticas da permacultura que ele julgava urgentes naquele tempo. Hoje ele diz que essas práticas são uma emergência!

Nesse podcast Sérgio discute a importância do livro Colapso e Êxodo Urgente trazendo o planejamento e a gestão (inclusive a econômica) como ferramentas importantes a serem integradas na transição ecológica. Sérgio pergunta porque o livro começa a busca da autonomia pelo lar quando fala das 5 áreas essenciais do nosso viver e, entre outros assuntos e observações aprofundados por anos de experiência com o desenho ecológico, compartilha seus planos de replicar o sucesso do viver ecológico criado no Nós na Teia em uma propriedade rural na Mantiqueira.

O apoio por meio dos pedidos antecipados e com desconto podem ser realizado por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6

Os eventos presenciais de lançamento estão pré-agendados para à partir do final do mês de Agosto. Por enquanto vamos ter eventos em Brasília, Campinas, Florianópolis, Gravatal (SC), Nova Petrópolis (RS) e Porto Alegre. Se você tem contatos com jornalistas, programas de TV e podcasts com alcance de audiência e gostaria de ver o livro chegando para um número maior de pessoas, por favor, fique à vontade para indicar o livro para esses canais e pessoas.

Sérgio Pamplona e Mônica Carapeços tocam juntos o Sítio Nós na Teia, uma pequena propriedade rural nos arredores de Brasília que teve seu começo em 1997. O Nós na Teia é a primeira propriedade do DF a ser exclusivamente abastecida por água da chuva e em 2017 foi agraciada com o 1º lugar do Prêmio Iniciativas Urbanas Sustentáveis (Secretaria de Meio Ambiente do DF). É também um espaço onde todos os resíduos orgânicos são incorporados ao solo, incluindo os restos de podas do condomínio vizinho, em um processo regenerativo e onde essa experiência é compartilhada em cursos e vivências.

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